Se a luz velada - se mantiver apagada
No coração vivo de quem por ela clama
se os sonhos se fizerem chamas
entre lagos escondidos e restos de nada
se os caminhos antigos nos deixarem
na berma da estrada
a bandeira queimada
entre ecos perdidos
e coragem em chagas
há sempre o consolo de um poço amigo
no deserto sombrio
de uma rotina que não vale nada
pelo cifrão
o orçamento
e a geral confusão
a vida
contida
na palma da mão




Sem comentários:
Enviar um comentário