Parece que se fala de amor... quando se fala de um rio, uma terra... as suas gentes...
Os apelidos, os sangues confluentes... unem como o rio... que aparente... separa...
Os detalhes falam dos casamentos... entrelinhas de sentimentos
Valença... Tui... Tui... Valença...
Quando as subidas vistas de cima parecem descidas...
como as nossas vidas... são as suas vidas...
são as vias comuns que se transformam...
Sejam os ninhos da natura que se plantam onde esta quer
sejam os espaços de outrora para desporto e lazer...
Que são nossos
meus e teus...
Basta lembrar...
Que o que une apenas DEFINE...
Que os Carvalhos são de todos...
De um ou outro lado do Miño/ Minho
Que a LIZ/ LIS que sobe...
Ou desce...
Espada ou cálice...
Triângulo de cimeira ao céu
ou do céu pomba descendendo...
É património comum de um e outro lado desde nosso lugar de sustento...
O Coração desta NOSSA TERRA é VERMELHO...
Não há volta a dar ao assunto... tão simples e puro...
A verde terra que nos sustém é a mesma...
Seja no rio, na pedra, na carvalheira...
seja no vale que nos ampara e nas pedras sagradas
que no sopé pela mesma vida clamam...
pedra da Lua... Pedra do Sol...
Canto eterno que me faz ser o que sou...
O nosso céu é o mesmo - Azul...
Seja uma maesma gente, baixo o mesmo céu, entre o mesmo verde que a terra lhes concedeu, palpitando com a mesma força do furor que a terra em si escondeu...
Saúdos...










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